Vida Cristã - Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil - OFM

6º domingo do Tempo Comum

  • 1ª Leitura
  • Salmo
  • 2ª Leitura
  • Evangelho
  • Sabor da Palavra

Jeremias 17,5-8

5 Isto diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor; 6 como os cardos no deserto, ele não vê chegar a floração, prefere vegetar na secura do ermo, em região salobra e desabitada. 7 Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor; 8 é como a árvore plantada junto às águas, que estende as raízes em busca de umidade, por isso não teme a chegada do calor: sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa de dar frutos”.

Palavra do Senhor.

Sl 1

É feliz quem a Deus se confia!

Feliz é todo aquele que não anda / conforme os conselhos dos perversos; / que não entra no caminho dos malvados /
nem junto aos zombadores vai sentar-se; / mas encontra seu prazer na lei de Deus / e a medita, dia e noite, sem cessar. – R.

Eis que ele é semelhante a uma árvore / que à beira da torrente está plantada; /
ela sempre dá seus frutos a seu tempo, † e jamais as suas folhas vão murchar. /
Eis que tudo o que ele faz vai prosperar. – R.

Mas bem outra é a sorte dos perversos. † Ao contrário, são iguais à palha seca / espalhada e dispersada pelo vento. /
Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, / mas a estrada dos malvados leva à morte. – R.

1 Coríntios 15,12.16-20

Irmãos, 12 se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como podem alguns dizer entre vós que não há ressurreição dos mortos? 16 Pois, se os mortos não ressuscitam, então Cristo também não ressuscitou. 17 E se Cristo não ressuscitou, a vossa fé não tem nenhum valor e ainda estais nos vossos pecados. 18 Então, também os que morreram em Cristo pereceram. 19 Se é para esta vida que pusemos a nossa esperança em Cristo, nós somos – de todos os homens – os mais dignos de compaixão. 20 Mas, na realidade, Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram.

Palavra do Senhor.

Lucas 6,17.20-26

Naquele tempo, 17 Jesus desceu da montanha com os discípulos e parou num lugar plano. Ali estavam muitos dos seus discípulos e grande multidão de gente de toda a Judeia e de Jerusalém, do litoral de Tiro e Sidônia. 20 E, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: “Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus! 21 Bem-aventurados, vós que agora tendes fome, porque sereis saciados! Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque havereis de rir! 22 Bem-aventurados sereis quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome por causa do Filho do homem! 23 Alegrai-vos, nesse dia, e exultai, pois será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas. 24 Mas ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação! 25 Ai de vós, que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós, que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! 26 Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas”.

Palavra da salvação.

Viver sob a luz da Palavra

Lc 6, 17.20-26

“Exultai naquele dia, pulai de alegria, porque vossa recompensa será grande” (Lc 6,23)

O evangelho deste 6º domingo do Tempo Comum traz o sermão da montanha ou as bem-aventuranças. O sermão de Cristo é dirigido aos discípulos e as pessoas que procuravam Jesus a fim de serem libertos das impurezas.

O sermão da montanha é um convite a vivermos mais fielmente sob a luz da Palavra que traduz a vontade de Deus. O que possuímos nesta vida é passageiro, temporário, corruptível.

O meu sofrimento deve ser compreendido segundo a vontade de Deus. A felicidade plena não está na forma como vivemos a vida: na abundancia ou na penúria. Ela é alcançada pela perseverança no amor a Deus e sua santa vontade como expressamos na oração do “Pai Nosso”.

Paz e bem!

Reflexão feita pelos noviços